CURITIBA · 16 MAICURITIBA · 23 MAIFLORIANÓPOLIS · 30 MAIJOINVILLE · 13 JUNSÃO PAULO · 20 JUNCURITIBA · 04 JULPORTO ALEGRE · 18 JULCURITIBA · 08 AGOMARINGÁ · 22 AGOLONDRINA · 05 SETCURITIBA · 16 MAICURITIBA · 23 MAIFLORIANÓPOLIS · 30 MAIJOINVILLE · 13 JUNSÃO PAULO · 20 JUNCURITIBA · 04 JULPORTO ALEGRE · 18 JULCURITIBA · 08 AGOMARINGÁ · 22 AGOLONDRINA · 05 SET

ATO IV — HISTÓRIA

Doze anos depois, ainda toca como na primeira vez.

A história resumida do The Replay — três capítulos, doze anos, mais de duzentos shows.

FORMAÇÃO
2014 · CURITIBA
SHOWS
200+ · BR
EP
SIDE ONE · 2019
FORMATO
POWER TRIO

MOVIMENTO I — GÊNESE · 2014–2016

O bar, a fita, o primeiro show.

Em março de 2014, três alunos da escola de música Pró-Arte, em Curitiba, dividiam a mesma sala de ensaio em horários consecutivos. Rafael Marini terminava sua aula de guitarra dez minutos antes do início da aula de bateria de Henrique Vidal; Diego Sá entrava em seguida para a aula de baixo. Em uma sexta de chuva, esperaram juntos na recepção e tocaram juntos pela primeira vez — uma versão de 'Crossroads' do Cream.

O ensaio virou rotina, depois banda. O primeiro show pago aconteceu em outubro do mesmo ano, no Master Pub, abrindo para um trio de blues local. Cobraram cinquenta reais cada. Tocaram uma hora e meia.

O nome 'The Replay' veio de uma fita VHS herdada — um show do Cream em 1968, que Rafael ouvia em loop quando tinha onze anos. A escolha era um manifesto: tocar de novo, e bem, o que merecia ser ouvido de novo.

MOVIMENTO II — TRAVESSIA · 2017–2021

Do blues ao Britpop, do Sul ao Sudeste.

Entre 2017 e 2019, o repertório expandiu. Saíram Cream e Hendrix sozinhos no setlist — entraram Foo Fighters, The Strokes, Oasis, Nirvana. A banda começou a ser chamada para casamentos e eventos corporativos, formato que dobrou o cachê e exigiu um setlist mais largo.

Em junho de 2019 gravaram, ao vivo no Quintal da Cultura, a EP 'Side One' — quatro covers tocados em uma única noite, com público de cento e vinte pessoas. A gravação ficou disponível no Spotify e Bandcamp, e ainda hoje é a principal vitrine sonora do trio.

A pandemia interrompeu os shows físicos em março de 2020. O trio passou os meses seguintes gravando vídeos caseiros — cada integrante em sua sala, sincronizados em pós-produção. Sete dessas gravações foram lançadas no canal do YouTube. O trabalho rendeu o primeiro contato com casas em São Paulo e Porto Alegre, que viraram parceiras assim que os shows voltaram, em outubro de 2021.

MOVIMENTO III — PRESENTE · 2022–HOJE

Duzentos shows, três cidades fixas, um único pulso.

Em 2026 o The Replay completa doze anos de atividade ininterrupta — exceção feita aos meses de quarentena. São mais de duzentos shows realizados, divididos entre quatro casas curitibanas (Master Pub, Wood's, Hard Rock Café e Quintal da Cultura) e turnês curtas pelo Sul e Sudeste.

O setlist atual cobre cinco décadas de rock internacional, do final dos anos 60 até os anos 2000. A regra é simples: nada que o trio não consiga tocar inteiro — sem playback, sem instrumentos extras, sem teclados de apoio. O que sobra é o que três pessoas conseguem segurar.

Para 2027, há planos para uma EP de composições próprias — mas isso é outro capítulo.

MOVIMENTO IV — OS INTÉRPRETES

Três retratos.

Rafael "Rafa" Marini

RM · I

GUITARRA & VOCAIS

Rafael "Rafa" Marini

Front-man, lê o palco como partitura. Telecaster americana de 1996.

Curitibano, 38 anos. Começou na guitarra aos onze, depois de ouvir 'Crossroads' do Cream em uma fita VHS herdada do tio.

Formou-se em Música Popular pela UFPR em 2010 e passou três anos como guitarrista de estúdio em São Paulo antes de voltar para Curitiba e fundar o The Replay.

Toca uma Fender Telecaster American Standard de 1996 — a mesma desde os 22 anos — através de um Fender Deluxe Reverb '65 reissue. Influências declaradas: Hendrix, Stevie Ray Vaughan, John Mayer, Mark Knopfler.

Comanda o setlist e divide os arranjos com Diego. Quem fala com a casa, quem afina os tempos, quem decide a próxima música quando o público pede mais uma.

EQUIPAMENTO

  • Fender Telecaster '96
  • Fender Deluxe Reverb '65 RI
  • Strymon Iridium
  • Klon Centaur clone

INFLUÊNCIAS

  • Hendrix
  • Stevie Ray Vaughan
  • John Mayer
  • Mark Knopfler
Diego Sá

DS · II

BAIXO

Diego Sá

Âncora da banda, fingerstyle puro. Precision Bass mexicana, modificada.

Catarinense de Joinville, 36 anos, mudou-se para Curitiba em 2012 para estudar engenharia mecânica. Largou o curso depois de quatro semestres para se dedicar à música em tempo integral.

Tem formação clássica em contrabaixo acústico pela Pró-Arte, onde conheceu Rafael e Henrique. Também toca contrabaixo em uma orquestra de câmara da cidade — a 'Câmara da Praça' — sempre que a agenda do trio permite.

Usa uma Fender Precision Bass mexicana modificada por um luthier local: ponte Babicz, captação Fralin, encordoamento flatwound D'Addario. Som curto, foso, sem brilho. Cabeçote Ampeg V-4B clássico, gabinete 1×15.

É quem desenha as linhas mais longas do trio — bridges, segundos refrões, finais alongados. Influências: Pino Palladino, John Paul Jones, James Jamerson, Geddy Lee.

EQUIPAMENTO

  • Fender P-Bass MIM (modded)
  • Ampeg V-4B
  • Ampeg 1×15 cab
  • Tech 21 SansAmp

INFLUÊNCIAS

  • Pino Palladino
  • John Paul Jones
  • James Jamerson
  • Geddy Lee
Henrique "Quica" Vidal

HV · III

BATERIA

Henrique "Quica" Vidal

Suingue de jazz aplicado ao rock. Vintage Ludwig de quatro peças.

Paulistano de criação, curitibano por escolha desde 2013. 35 anos. Formação em bateria jazz pelo Instituto Souza Lima, em São Paulo, antes de migrar para o sul atrás de uma vaga de baterista de quarteto que durou pouco — mas pagou a primeira temporada na cidade.

Toca um kit Ludwig Classic Maple de quatro peças, vintage — bumbo 22, surdo 16, tom 13, caixa Ludwig Black Beauty 14×6,5. Pratos Zildjian K Custom. Pele Remo coated.

Conhecido pela técnica de jazz brushes aplicada a covers de rock — uma assinatura sonora discreta mas reconhecível. Em 'Rolling in the Deep', a versão que abre a EP Side One, é ele quem leva os primeiros oito compassos só com vassourinhas antes da banda entrar inteira.

Influências: Steve Gadd, Jeff Porcaro, Stewart Copeland, Brian Blade.

EQUIPAMENTO

  • Ludwig Classic Maple 4-pc
  • Ludwig Black Beauty 14×6.5
  • Zildjian K Custom set
  • Vater 5A

INFLUÊNCIAS

  • Steve Gadd
  • Jeff Porcaro
  • Stewart Copeland
  • Brian Blade